
O time do Inter está parecendo uma cobra. Antes do nobre leitor fechar a janela e parar de ler, eu explico. Não há nada de pejorativo. O time treinado por Tite espera, estuda e em uma distração um bote rápido e mortal ocorre. Basta lembrarmos os gol de Nilmar contra o Corinthians, de Taison contra o Flamengo e muitos outros, como em alguns Gre-nais, no início da temporada.
A rapidez e eficiência da “venenosa” dupla de ataque do Internacional é de atordoar e paralisar muitos defensores. Por vezes são marcados, mas ultimamente, ninguém tem o antídoto para parar o ataque colorado. É preciso marca-los durante todos os 90min. Uma falha pode custar muito caro, como vem custando.
Com um misto de reservas (poderiam ser titulares em outras equipes) e titulares, o time gaúcho passou pelo Goiás no último sábado e continua na liderança isolada do Campeonato Brasileiro, com 100% de aproveitamento.
Como foi a vitória? Com o veneno de cobra funcionando mais uma vez (confira os detalhes)
No primeiro tempo, o Goiás bem que tentou assustar. Iarley, Felipe e cia produziram algumas jogadas perigosas. No entanto, a defesa sólida do Inter não permitiu avanços maiores do time adversário. No segundo tempo, Taison, que estava no banco para diminuir o desgaste, entra em campo.
Foi então que o veneno foi injetado. O atacante pegou a bola e lançou para Marcelo Cordeiro na esquerda. Como se fosse um raio, o camisa 7 apareceu na área, e de cabeça deu o gol e mais três pontos para o Intenacional colocar na conta. O próximo desafio é quarta-feira, dia 27, contra o Coritiba, em Porto Alegre, pelo primeiro jogo da fase semifinal da Copa do Brasil. René Simões precisará produzir um soro antiofídico, senão será mais uma vítima